Parceria REBRAF/CEECEC no suporte à criação e consolidação de áreas protegidas no estado do Mato Grosso, Brasil
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A Rebraf é parceira no CEECEC (Compromisso da Sociedade Civil em Economia Ecológica), um projeto fundado pela Comissão Européia FP7 que objetiva habilitar ONGs (Organizações Não-Governamentais) a se comprometerem e liderarem pesquisas colaborativas com a economia ecológica.
Junto com outras 13 ONGs e instituições da academia da Europa, Índia, África e outros países da América Latina, beneficiárias do acordo n° 217745 firmado entre a Comunidade Econômica Européia e a Universidade de Barcelona no ano 2008. Esta oportunidade para a Rebraf decorreu de uma proposta apresentada pelo seu ex-Secretário-Executivo Peter May e nosso parceiro ONG Instituto Centro de Vida sobre o estudo do potencial de aplicação do REDD, instrumento recentemente criado pelas Nações Unidas e em discussão na Conferência de Clima em Copenhague, e que trata de políticas de desmatamento evitado. Neste trabalho a equipe propõe a utilização desse mecanismo como suporte à criação e consolidação de áreas protegidas no estado do Mato Grosso, Brasil. O trabalho tem seu prazo de conclusão ao final de setembro de 2010 e os estudos de caso elaborados pelo projeto serão testados através de um curso a distância on-line, entre abril e junho do mesmo ano. Atualmente tem apenas sua versão em inglês, sendo posteriormente disponibilizado sua versão em português. O site do CEECEC pode ser acessado através do link: www.ceecec.net |
Por: REBRAF |
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Monoculturas - modelo predatório e modelos sustentáveis na Mata Atlântica
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No dia 22 de maio de 2006, Jean Dubois, assessor técnico sênior da REBRAF, participou do Encontro Anual da RMA - Rede de ONGs da Mata Atlântica e proferiu uma palestra sobre o tema "Monoculturas - modelo predatório e modelos sustentáveis na Mata Atlântica", onde ele afirma que "Não sou a favor de monocultivos. Qualquer monocultura em larga escala traz riscos de prejuízos ambientais. As monoculturas são muito mais facilmente atacadas por insetos quando comparadas a consórcios biodiversificados de espécies vegetais."
Por outro lado, sistemas produtivos com alto grau de biodiversidade interna têm uma capacidade de "auto-regulação", a qual explica - entre outros efeitos vantajosos - os baixos níveis ali encontrados de ataques de insetos sobre seus componentes vegetais. Uma adequada biodiversidade interna do agroecossistema faz com que as pragas não cheguem aos altos níveis de dano observados em monoculturas. Veja o texto completo deste artigo, clique no título acima. |
Por: Rebraf |
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O absurdo da agricultura moderna - testamento de José Lutzenberger
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"Na controvérsia reinante atualmente em torno da biotecnologia, como vem sendo aplicada à agricultura, existe muita desinformação resultando em preocupação desnecessária em algumas áreas e uma muito mais séria falta de preocupação em outras. É preciso olhar o quadro completo para poder entender porque e como a produção agrícola é cada vez mais dominada por corporações gigantes."
Jean Dubois, conheceu pessoalmente a "Lutz", e apresenta aqui um artigo que constitui, segundo sua observação, o que poderia chamar de testamento ideológico de José Lutzenberger. "Dá para meditar, aproveitando umas horas de tranqüilidade", diz J. Dubois
Clique aqui: O absurdo da agricultura moderna Foto: Franco Werlang - Fundação Gaia |
Por: Rebraf |
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Legislação ambiental e o papel restaurador da capoeira
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O modelo de agricultura migratória, ou seja, aquela que alterna em uma mesma área períodos de cultivo (2-4 anos) e períodos de pousio florestal (3 a 7 anos), pode trazer uma economia de 540 Reais em adubos por hectare. Este é um dos resultados da pesquisa realizada durante três anos na Região Serrana do Rio de Janeiro pela Embrapa Agrobiologia (Seropédica/RJ) em parceria com a Embrapa Solos, com a UFRuralRJ e com a Rede Brasileira Agroflorestal (REBRAF).
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Por: Peter May |
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Utilização de resíduos de madeira como cobertura no solo: o estudo de caso de um sistema agroflorestal no estado do Pará
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O estudo teve o objetivo de avaliar a eficiência da utilização de resíduos de madeira como cobertura no solo em um sistema agroflorestal na cidade de Tailândia, estado do Pará. Utilizou-se a experiência da empresa de laminação Tailâminas Plac em Tailândia, onde foram adicionados resíduos da atividade madeireira ao solo, como alternativa de minimizar a problemática de disposição deste tipo de resíduo. Os resultados das análises físicas e químicas dos solos com adição de resíduos de madeira mostraram-se consideravelmente superiores aos solos adjacentes que não receberam resíduos.Utilizando dados desse experimento foi efetuado o presente trabalho com o intuito de estimular mais pesquisas que contemplem a utilização de resíduos de madeira como alternativa de melhoramento das condições físicas e químicas dos solos da região Amazônica. As informações sobre a pesquisa foram providenciadas por Katia Monteiro, pesquisadora do Museu Goeldi, com base na sua tese de mestrado na UFRA.
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Por: Rebraf |
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